Vira-latas
Abandonado, trêmulo, estropiado, segue àquele que imagina diminuirá seu sofrimento... Qualquer migalha serve!
As latas de lixo são disputadas... A refeição simples trazida de casa exala odor de alimento preparado com esmero.
O rapaz senta-se no banco da praça e só então percebe o enorme cão, pele e osso observando-o à distância. Mal sustenta cabeça e pernas.
Compadece-se e divide o almoço. Lança ao chão o alimento, temendo um ataque.
Mas o animal não percebe seu temor. Ataca vorazmente a refeição e enquanto sacia, olha de soslaio o rapaz.
Então, satisfeito, deixa-se acarinhar... Soa o apito!
Assustam-se com ruído ensurdecedor.
Apressam-se a levantar. Terminara o horário do almoço. Muito há que fazer até o final do dia.
Na saída da fábrica percebe: tem companhia para seguir até o cortiço onde reside. Sente-se menos só e seguro afinal.
A figura materna os acolhe: rapaz e animal.
Forra-se com mais jornais a cama improvisada da casinha humilde, porém acolhedora.
Na manhã seguinte lá se vão à lida: mais um dia para os dois.
As latas de lixo são disputadas... A refeição simples trazida de casa exala odor de alimento preparado com esmero.
O rapaz senta-se no banco da praça e só então percebe o enorme cão, pele e osso observando-o à distância. Mal sustenta cabeça e pernas.
Compadece-se e divide o almoço. Lança ao chão o alimento, temendo um ataque.
Mas o animal não percebe seu temor. Ataca vorazmente a refeição e enquanto sacia, olha de soslaio o rapaz.
Então, satisfeito, deixa-se acarinhar... Soa o apito!
Assustam-se com ruído ensurdecedor.
Apressam-se a levantar. Terminara o horário do almoço. Muito há que fazer até o final do dia.
Na saída da fábrica percebe: tem companhia para seguir até o cortiço onde reside. Sente-se menos só e seguro afinal.
A figura materna os acolhe: rapaz e animal.
Forra-se com mais jornais a cama improvisada da casinha humilde, porém acolhedora.
Na manhã seguinte lá se vão à lida: mais um dia para os dois.

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