terça-feira, 22 de maio de 2012

                                                                BRISA


Este vento amigo que roça a face e afaga os cabelos em suave carícia, faz-me sonhar.
Sonhar com mundo de felicidade, um mundo sem maldade, de esperança e paz...
Ao sabor da brisa, ergo meus olhos para o infinito e defronto um azul celeste.
Azul que irradia amor e euforia, um pensamento fugaz.
Observando as estrelas, penso em cada uma delas.
Pequenas, brilhantes e belas a enfeitar o tapete celestial...
Ah, brisa amiga! Não se vá... Ainda não.
Não me deixe só. Nesta solidão que magoa, esta vivência à toa, fruto de sonhos irreais.
Então vá! Vá e diga-lhe que tenho saudades de um amor que não mais existe e me deixa triste.
Um amor que transmitia brilho a meu olhar, alegria a meu coração...
Suavidade a todo meu ser.
Amor cruel que deixou um vazio profundo, dias longos e sombrios.
Lágrimas que afloram sem freios neste coração abandonado.
                                                     Sonia Guedes Reis

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